segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Retrospectiva


Nossa, há quanto tempo não nos encontrávamos aqui!

Bem, hoje vim para o blog com uma coisa meio clichê. Quero fazer um balanço do que rolou nesse ano que acabará em algumas horas. Como a minha memória é digna de um idoso centenário, não vou conseguir colocar na ordem cronológica.

Muitas coisas boas me aconteceram nesse ano, 2011 foi maravilhoso em muitos aspectos. E muitas pessoas maravilhosas e inesquecíveis fizeram parte disso. Se você está lendo, provavelmente esteja entre elas.

Com muito mais sorte que juízo, entrei para a universidade, num curso que excedia todos os prospectos anteriores. Eu nunca tinha me imaginado fazendo Jornalismo, e aqui estou, satisfeita e deveras surpresa com meu desempenho nas atividades. Quero agradecer a todos vocês que me incentivam e me mostram todos os dias como é bom trabalhar com a mídia, como a querida da Sandra Angonese, do Dx. Não citarei mais nomes nesse parágrafo pois arrisco esquecer de alguém.

De dentro da Unochapecó, muito obrigada, meus colegas Luiz Pancotte, Eduardo Florão, Priscylla Schultz, Sabrina Slongo e Paulo Gomes, por todas as discussões, trabalhos e desesperos vividos nessa nave louca que é o jornalismo, além dos comentários intelctualmente saudáveis divididos entre gargalhadas. Aos meus glees fofos Alisson Moro e Paloma Rodrigues, quero sempre dividir com vocês os baphos, o quarto do hotel e até o bampinho em Porto Alegre. Vocês estão no meu coração para sempre e sempre. Também obrigada ao Cássio Dal Ponte, pela força e por ser tão legal comigo desde que conheci, te admiro muitíssimo.

(Eu sei que não lerão esse parágrafo, mas quero expressar o que é verdade. Muito obrigada Dani e Victor, da Livraria Universitária, por me fazerem rir até doer e por ouvirem meus dramas. Comprar livros não vai ser a mesma coisa sem vocês, vou sentir muita saudade.)

Já na parte de jornalismo, em 2011 tornou-se realidade um sonho que eu tinha desde que comecei a torcer para a Chapecoense, que era ser colunista do blog Gol da Chape. Muito obrigada Marcelo Junior, Leandro Coradi e Augusto Favretto pela confiança e pela chance de fazer parte dessa equipe sensacional. Vou continuar fazendo o meu melhor pelo blog, até quando eu puder.

Quero agradecer aos queridos Gilberto Thomaz, Mateus Prestes, Thiago Ficagna e João Streit, pelo apoio e pela paciência em ler meus textos quase na hora de publicar, só pra 'ver se está bom'. Muito obrigada!

Também sintam-se abraçados Luiz Fernando Tomazelli e ao Jean Sandrini, muito obrigada por serem tão 'paizões' para mim, me apoiando, aconselhando, ouvindo meus dramas e até puxando a orelha quando precisa. Vocês são muito importantes para mim. Aos meus parceiros de estádio, Cleonir Soares, Douglas Andrigge, Saionara dos Santos, Alcione Nicolini, Junior de Souza e, de forma especial, Heron Tillmann, além dos meninos da Mancha Verde de Caxias do Sul, por serem tão parceiros e me fazerem rir até doer a barriga, vocês são especiais.

A universidade me trouxe também algumas pessoas indescritíveis, que apesar do pouco tempo de convívio, já moram no meu coração. Muito obrigada Matheus Horn, Luana Milan, Raí Urquiza e Thais Barrichello, pelos abraços apertados, pelas lágrimas contidas na manga da blusa, pelos super baphos compartilhados, e também por me matarem de preocupação de vez em quando. Eu amo vocês, gafanhotos.

Não posso falar em confiança também sem citar o querido professor Dirceu Hermes, com quem tive aulas apenas no primeiro semestre de 2011, mas que me trouxe algumas lições que me tatuaram o coração. Muito obrigada por ser essa pessoa maravilhosa que traz uma luz diferente à vida de cada um de nós.

Muito obrigada a duas pessoas especiais que moram longe, o Mário Coxinha e o Guilherme Ferreira, eu tenho muita sorte de ter conhecido vocês. Cada um sabe a importância que tem na minha vida.

Quero pedir desculpas a algumas pessoas queridas com quem fui rude sem ter a intenção, como é o caso da Pricila Lira, da Kaehryan Fauth e da Camila Veloso, desculpem a minha brutalidade.

Ao mesmo tempo que as coisas novas entram na nossa vida, temos que nos despedir de outras coisas boas. Tenho saudade do meu terceirão, do La Salle Xanxerê, do pessoal da Menin Turismo, que dividia 40 minutos diários em mal-acomodações dentro de uma van, que se transformava em uma rede social onde tudo era humor e todos tinham algo a acrescentar. Tenho muita saudade de vocês. Me rasga o coração ter perdido o contato diário com a Karen Garbo, o Vinicius Neres e o Julio Folle, mas sei que é para o futuro de cada um de nós que tivemos de nos afastar nesse ano. A saudade do último banco da van é de derrubar até o Coisa do Quarteto Fantástico. Nunca duvidem que eu amo vocês e nossos tantos anos de amizade.

E ele já deve estar possesso por que não falei dele ainda, mas precisava fazer um parágrafo só para o Adilson Santana. Não existe verbete no dicionário que explique o quanto sou feliz por você ser meu amigo. Sabemos que não começou muito bem, mas hoje eu seria muito pouco de mim se você não tivesse entrado na minha vida. Muito muito muito obrigada por você ser esse cara legal AEUHAUEHUAHEH pelo apoio, pelo tricô, pelas fofocas e até pelas brigas e separações. Te amo, meu amigo.

Além desses todos, minha tia querida Dargite Sechini, que me compreende tão bem como ninguém mais, veio morar mais perto de mim. E quem também voltou pra cá foi a minha mãe, o que mudou em 100% a minha vida, e me fez perceber o quanto nós somos amigas, apesar de tudo. Nesse ano também eu adotei o amor da minha vida, o Joaquim, meu cachorro. Todos vocês sabem quem é a figura.

Em 2011 eu descobri que meu cabelo fica melhor na cor que está, e prometo tomar coragem de parar com o vício da chapinha. Também viciei em alguns blogs nesse ano, como o Ah Negão, o Um Virgem e o 9gag. Assumi que adoro moda e sou aficcionada do Verdade Feminina . Presenciei algumas cenas tensas, comecei a fazer pilates e parei, fiz amizade com algumas senhoras fofas, chorei mais do que devia, me tornei noveleira no final de Fina Estampa (está quase acabando), aprendi novas filosofias, adotei novas causas, ri o máximo que pude, dormi pouco, tomei alguns porres de rasgar o cano da bota, virei fã de reggaeton, aprendi que é impossível viver sem amor, aprendi a fazer bolo de milho, parei de tocar teclado, comprei tantos livros quanto coubese nas minhas estantes, ouvi Maria Gadú e Adele e voltei a cuidar da minha voz, organizei meu quarto, vi o Motorocker mais uma vez, conheci o Mister Pi, engordei mais ainda, estourei o limite do cartão tantas vezes quanto fosse possível, entendi um pouco melhor a lógica masculina, escrevi coisas bonitas, escrevi um bloquinho maldito, viciei em chá mate, ... enfim, vivi o máximo que poderia viver e amadureci o tanto quanto consegui.

Espero que 2012 seja melhor do que foi 2011.
Que vocês todos tenham um ano cheio de vitórias.
Um abraço apertado em cada um de vocês!

4 comentários:

Luiz Fernando Tomazelli disse...

Parabens pelo texto Lekka e obrigado pela lembrança

Sabrina disse...

Essa Leka é muito querida *-* Me arrepiei lendo seu post gata, e obrigada por ter lembrado de mim. Sem dúvidas foi um prazer te conhecer também, e espero que 2012 seja muito melhor.
Tudo de bom pra ti, sucesso sempre, você é uma pessoa incrível, continue assim.

Beijos, te adoro

Pricila Lira disse...

Eu confeso que não esperava encontrar meu nome ai, mas enfim, eu acho que de todas as pessoas que são rudes comigo, você é a única que me faz pensar em porque você me deu uma "patada", e nunca me doeu, porque se você está falando é porque ta sentindo, sendo assim não está sendo falsa, prefiro que seja rude do que falso. E que venha 2012, mais um ano de loucura no Jornalismo.

Karen G. disse...

Jornalista é dinâmico, jornalista tem que ser flexível, jornalista nasceu pra ser comunicativo. Que dúvidas que tu se acerta com isso, rs? Você sabe que o meu maior prazer nessa vida é ler, e provavelmente sabe também como gosto de sorver um texto bem ecrito e principalmente bem Encadeado. E isso é uma coisa que amo nos seus textos. Os parágrafos se relacionam e fluem. De qualquer forma, sou suspeita pra falar, já que te amo demais/demais/demais, e espero que além de seguir as dicas de um presente pra lá de especial, eu possa ter nesse ano e em todos os outros a sua amizade ufanadora.
Forever Young em 2012!