Imagine-se em um jogo de xadrez.
Bem, eu não sei jogar direito,é fato; só vou tentar explicar.
Você tem uma torre, um bispo, a rainha e o rei.
Seu oponente tem peças o suficiente para ganhar de você de várias maneiras.
Se você mover a peça errada, seu adversário dá xeque-mate.
Se você mover aquela que você chama de peça certa, há chances de seu oponente 'roubar' seu rei.
Você move a torre.
Você perde a torre.
"- Ah, porra, nem sabia que essa peça podia fazer isso!"
Então você move o bispo afim de apunhalar o cavalo adversário.
Você o apunhala.
" =D "
Porém, você sequer havia pensado naquela torre inimiga, numa reta perfeita com seu bispo.
Você perde o bispo.
"- Droga, eu podia ter olhado melhor!"
Restam-lhe o Rei e a Rainha, enquanto ao teu oponente restam muitas mais peças. As forças inimigas se movem depressa para acabar com teu império.
Você tem a chance de matar o Rei inimigo, porém você calcula errado, e sua Rainha não o alcança.
"- Devia ter pensado melhor..."
O outro Rei 'rouba' a rainha.
"- Mas que merda, vou parar de jogar, e... "
Você está com um pé na cova e um no piso molhado.
Sim, essa partida vale sua vida.
Você é o rei.
As peças vão tentar defendê-lo desde o começo do jogo, por um bom tempo.
Muitas peças serão sacrificadas por sua causa.
Você não faz ideia do potencial do seu oponente.
Você nem conhece direito as peças que o defendem, mas elas estão lá, indo casa por casa, morrendo para tentar derrotar os TEUS inimigos.
De repente, você se vê nessa situação.
Não há mais ninguém ali. Você não se arriscou por nenhuma daquelas peças: de peões à cavalos e a rainha.
E então você se vê de cara com a vida. Você está completamente sozinho, frente à 'meio batalhão', que vai tentar derrubá-lo a qualquer custo.
Agora você se vê sozinho dentro da masmorra de orgulho que você criou. Você não pula pois tem medo de que seus machucados sejam visíveis aos olhos dos outros.
Finalmente, você decide que podia ter se arriscado pelos outros, podia ter feito por elas o que as pessoas faziam por você.
E você se arrepende de ter sido um reizinho de nada.
É bom ficar atento...
Ah, não sei se fiz a alusão certa. Porém acho que consegui passar a mensagem =)
O chapéu é para quem servir.
Valeu!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Piece of me - Part II
(...)
"Se não for pra me fazer voar, nem tire meus pés do chão!"
E além disso, saiba que eu não gosto de me prender às pessoas. Já fiz isso e já sofri bastante. Entenda que eu não gosto de ser de ninguém, não gosto que as pessoas sejam propriedade. Todo mundo é livre. Quem quiser se amarrar às pessoas, que o faça, mas saiba que eu não o farei.
Que você saiba que eu não costumo explicitar o que eu sinto nem o que eu sei. E que você entenda que não saber falar nao quer dizer que eu não sinta.
E eu não gosto de muitas pessoas. Não sei mais como se confia nas pessoas, não sei confortar, não sei dizer as coisas. Desaprendi a usar palavras, a estabelecer conversas, desaprendi a ter interesse nas coisas ao meu redor.
Sim, quero que você saiba que eu sou fogo de palha. Amei, adorei, enjoei. Chicletes perdem o gosto muito, muito rápido pra mim. Por isso às vezes acabo não aproveitando o que as pessoas tem de melhor. E, embora eu as queira muito, acabei desaprendendo como se mantem relaçoes duradouras.
Talvez essa minha inconstância é que afaste as pessoas de perto de mim. Talvez seja essa minha hiperatividade, minha necessidade quase histérica por liberdade. Lobos não usam coleiras. É um vazio dentro de mim, uma necessidade que eu ainda não sei do que é.
Como um poço sem fundo. Entram areia, cascalhos, até pedras, e tudo se deteriora muito rápido. E ainda que sanada a necessidade estranha, sempre fica uma vontade de alguma coisa, uma vontade estranha. Como uma busca por desafio e aventura.
É difícil, tudo isso é muito difícil pra mim, e isso eu também quero que entendas. Tudo é muito novo o tempo todo. É instável, complexo.
E eu sei, por mais que eu te peça pra me entender, você dificilmente conseguirá...
"Se não for pra me fazer voar, nem tire meus pés do chão!"
E além disso, saiba que eu não gosto de me prender às pessoas. Já fiz isso e já sofri bastante. Entenda que eu não gosto de ser de ninguém, não gosto que as pessoas sejam propriedade. Todo mundo é livre. Quem quiser se amarrar às pessoas, que o faça, mas saiba que eu não o farei.
Que você saiba que eu não costumo explicitar o que eu sinto nem o que eu sei. E que você entenda que não saber falar nao quer dizer que eu não sinta.
E eu não gosto de muitas pessoas. Não sei mais como se confia nas pessoas, não sei confortar, não sei dizer as coisas. Desaprendi a usar palavras, a estabelecer conversas, desaprendi a ter interesse nas coisas ao meu redor.
Sim, quero que você saiba que eu sou fogo de palha. Amei, adorei, enjoei. Chicletes perdem o gosto muito, muito rápido pra mim. Por isso às vezes acabo não aproveitando o que as pessoas tem de melhor. E, embora eu as queira muito, acabei desaprendendo como se mantem relaçoes duradouras.
Talvez essa minha inconstância é que afaste as pessoas de perto de mim. Talvez seja essa minha hiperatividade, minha necessidade quase histérica por liberdade. Lobos não usam coleiras. É um vazio dentro de mim, uma necessidade que eu ainda não sei do que é.
Como um poço sem fundo. Entram areia, cascalhos, até pedras, e tudo se deteriora muito rápido. E ainda que sanada a necessidade estranha, sempre fica uma vontade de alguma coisa, uma vontade estranha. Como uma busca por desafio e aventura.
É difícil, tudo isso é muito difícil pra mim, e isso eu também quero que entendas. Tudo é muito novo o tempo todo. É instável, complexo.
E eu sei, por mais que eu te peça pra me entender, você dificilmente conseguirá...
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
There are many things
that i'd like to say to you, but i don't know how =)))
sem post hoje :)
só vim dizer que minha internet tá um lixo, e os finalmentes do livro tão me esgotando, por isso talvez eu demore pra postar coisas legais.
ah, e o giovane, gostei da indicação. retribuo assim que possivel!
upa :D
sem post hoje :)
só vim dizer que minha internet tá um lixo, e os finalmentes do livro tão me esgotando, por isso talvez eu demore pra postar coisas legais.
ah, e o giovane, gostei da indicação. retribuo assim que possivel!
upa :D
sábado, 5 de setembro de 2009
Piece of me - parte I
Você pode falar o que quiser de mim, mas quero que você saiba, em primeiro lugar, que eu sou tão humana quanto você. Que eu não sou de ferro, que a carne é fraca. Que eu estou tão propensa a errar quanto você.
Quero que você saiba que os meus anseios são normais e os seus também. Que eu sou capaz de amar, que eu tenho olhos para um mundo igual ao seu. Saiba que eu também sinto saudade, que eu também gosto de paz.
Que você saiba que ninguém é melhor que ninguém, que as pessoas são diferentes e, ainda assim, continuam sendo humanas como nós! Que você entenda que o tempo passa, e que nem eu nem você estamos livres dele. Que você entenda que ninguém é de ninguém, as pessoas não são troféus.
E acima disso tudo, quero que você entenda que as minhas palavras são verdadeiras, que os meus sentimentos também podem ser puros, que as minhas intenções são humanas.
Tão humanas quanto eu e você!
Quero que você saiba que os meus anseios são normais e os seus também. Que eu sou capaz de amar, que eu tenho olhos para um mundo igual ao seu. Saiba que eu também sinto saudade, que eu também gosto de paz.
Que você saiba que ninguém é melhor que ninguém, que as pessoas são diferentes e, ainda assim, continuam sendo humanas como nós! Que você entenda que o tempo passa, e que nem eu nem você estamos livres dele. Que você entenda que ninguém é de ninguém, as pessoas não são troféus.
E acima disso tudo, quero que você entenda que as minhas palavras são verdadeiras, que os meus sentimentos também podem ser puros, que as minhas intenções são humanas.
Tão humanas quanto eu e você!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
"Forgive me,
please, for I know not what I do. I cannot keep inside a hurt I know is true" (Skid Row- In a Darkened Room)
Vem cá, me abraça e vamos acertar as coisas. Não se zangue por eu não ser exatamente o que você queria. Não pense mal de mim por eu não saber o que dizer, não exija que eu responda com exatidão o que eu vi em você.
Não, não é mais um clichê. Não vou dizer repetidas milhões de vezes que você é tudo o que eu queria, nem que você apareceu na hora certa na minha vida, nem que te darei o meu melhor para o resto da vida.
De verdade, eu quero que você saiba que o que eu mais quero agora é você, que eu acho ótimo compartilharmos tantas diferenças e que nada me fará desistir ou deixar de ser eu mesma.
Não pense mal de mim por eu não saber o que dizer, não exija que eu te responda com exatidão o que eu vi em você.
e 'você' não se faça, será que vou precisar gritar para o mundo 'QUE EU QUERO MUUUUITO VOCÊ!' ???
:D :D :D
Vem cá, me abraça e vamos acertar as coisas. Não se zangue por eu não ser exatamente o que você queria. Não pense mal de mim por eu não saber o que dizer, não exija que eu responda com exatidão o que eu vi em você.
Não, não é mais um clichê. Não vou dizer repetidas milhões de vezes que você é tudo o que eu queria, nem que você apareceu na hora certa na minha vida, nem que te darei o meu melhor para o resto da vida.
De verdade, eu quero que você saiba que o que eu mais quero agora é você, que eu acho ótimo compartilharmos tantas diferenças e que nada me fará desistir ou deixar de ser eu mesma.
Não pense mal de mim por eu não saber o que dizer, não exija que eu te responda com exatidão o que eu vi em você.
e 'você' não se faça, será que vou precisar gritar para o mundo 'QUE EU QUERO MUUUUITO VOCÊ!' ???
:D :D :D
sábado, 18 de julho de 2009
Falling, from Gotthard
Dale pessoas \o/
Como prometido, hoje vou começar a postar aqueles textos antigos.
Vou começar com um sem título, do dia 2 de maio do ano passado.
Gosto dele por ter sido um dos mais dinâmicos, e ainda sei que a cópia original está num caderno de quimica!
Pra quem lembra, sehr gut! :)
Pra quem não chegou a conhecer aquela época do blog, em frente.
02/05/2008 - 7:10 am
Como em um dia comum, dirijo-me de van à outra cidade, enquanto a chuva lava os vidros do automóvel, por dentro suados. Vontade de escrever teu nome neles... para o vento não apagar, nunca mais apagar.
Vejo que voltaram alguns erros, em formato de pessoas. Voltou aquela frustração angustiante, alimentada pelo nada, surgida da chuva e escondida pela rotina. Voltaram aquelas palavras e aquele frio, sentimentos, coisas passadas.
Voltaram as vontades irreparáveis, como a de ter você do meu lado. Vejo mais uma vez toda uma vida que eu esqueci sem querer. Agora não sei que lugar ela vai ocupar.
(...)
O automóvel pára, certo movimento recomeça, que mais uma vez me lembra o quanto você está longe. Acontece que eu não posso parar. Acontece que só sonhar alimenta uma ilusão cada vez maior, uma ferida cada vez mais inflamada. Acontece que eu preciso agir. Acontece que já amanheceu, acontece que o mundo tem que acontecer.
Acontece que eu desejo ardentemente que anoiteça logo, pra poder te encontrar mais uma vez. Em sonho...
Como prometido, hoje vou começar a postar aqueles textos antigos.
Vou começar com um sem título, do dia 2 de maio do ano passado.
Gosto dele por ter sido um dos mais dinâmicos, e ainda sei que a cópia original está num caderno de quimica!
Pra quem lembra, sehr gut! :)
Pra quem não chegou a conhecer aquela época do blog, em frente.
02/05/2008 - 7:10 am
Como em um dia comum, dirijo-me de van à outra cidade, enquanto a chuva lava os vidros do automóvel, por dentro suados. Vontade de escrever teu nome neles... para o vento não apagar, nunca mais apagar.
Vejo que voltaram alguns erros, em formato de pessoas. Voltou aquela frustração angustiante, alimentada pelo nada, surgida da chuva e escondida pela rotina. Voltaram aquelas palavras e aquele frio, sentimentos, coisas passadas.
Voltaram as vontades irreparáveis, como a de ter você do meu lado. Vejo mais uma vez toda uma vida que eu esqueci sem querer. Agora não sei que lugar ela vai ocupar.
(...)
O automóvel pára, certo movimento recomeça, que mais uma vez me lembra o quanto você está longe. Acontece que eu não posso parar. Acontece que só sonhar alimenta uma ilusão cada vez maior, uma ferida cada vez mais inflamada. Acontece que eu preciso agir. Acontece que já amanheceu, acontece que o mundo tem que acontecer.
Acontece que eu desejo ardentemente que anoiteça logo, pra poder te encontrar mais uma vez. Em sonho...
domingo, 12 de julho de 2009
Domino Effect
Now at Twitter :)
Coisas de frio:
Gripe/rinite 3 x 1 Lekka
Mais uma vez e como sempre desculpa pela demora de postar, e MELDELS como aquele livro tá me tomando tempo. Ai ai, coisas que a gnt faz quando sonha :/
Bom, por uma decisão nãoseiqueadjetivo vou começar a postar uns textos antigos aqui, da época mais espontanea daqui. Bah, chorei lendo aqueles ensaios :') muito bom.
Hoje a postagem fica por aqui, porque tá um frio féladaputa e eu to congelando.
e oun, gotthard aqui huh *______________*
tchau hein :D
Coisas de frio:
Gripe/rinite 3 x 1 Lekka
Mais uma vez e como sempre desculpa pela demora de postar, e MELDELS como aquele livro tá me tomando tempo. Ai ai, coisas que a gnt faz quando sonha :/
Bom, por uma decisão nãoseiqueadjetivo vou começar a postar uns textos antigos aqui, da época mais espontanea daqui. Bah, chorei lendo aqueles ensaios :') muito bom.
Hoje a postagem fica por aqui, porque tá um frio féladaputa e eu to congelando.
e oun, gotthard aqui huh *______________*
tchau hein :D
sábado, 13 de junho de 2009
About being normal
First, don't ask me anything about the last post, I still don't understand what tha hell was happening.
Tem sido uma tarefa bem difícil estar no meio das pessoas. Parece sempre tudo tão novo, tão assustador. Não me anima nem um pouco sair ver as coisas e pessoas, viajar com pessoas. Não sei que inferno acontece, mas é bem difícil ser normal no meio das pessoas. Tudo pressiona para que você não seja o que você é, e a saída ainda não é visível.
Tudo é estranho: você sai para o trabalho e só vê pessoas desconhecidas, você não sai da sua sala por que tem medo das coisas. Você não sente vontade de pensar no futuro porque não consegue vê-lo. E aí você finge para si mesmo que não liga pra isso tudo e que só está vivendo sua vida, e isso dói tanto que você se sente anestesiado, e sem medo de contar para as pessoas.
E isso é tão estranho também, pois no fundo você pede por ajuda, e só consegue tropeçar em si mesmo.
É, como eu costumava dizer...
Tá foda =/
Tem sido uma tarefa bem difícil estar no meio das pessoas. Parece sempre tudo tão novo, tão assustador. Não me anima nem um pouco sair ver as coisas e pessoas, viajar com pessoas. Não sei que inferno acontece, mas é bem difícil ser normal no meio das pessoas. Tudo pressiona para que você não seja o que você é, e a saída ainda não é visível.
Tudo é estranho: você sai para o trabalho e só vê pessoas desconhecidas, você não sai da sua sala por que tem medo das coisas. Você não sente vontade de pensar no futuro porque não consegue vê-lo. E aí você finge para si mesmo que não liga pra isso tudo e que só está vivendo sua vida, e isso dói tanto que você se sente anestesiado, e sem medo de contar para as pessoas.
E isso é tão estranho também, pois no fundo você pede por ajuda, e só consegue tropeçar em si mesmo.
É, como eu costumava dizer...
Tá foda =/
THE SUNRIIIIIISE *-----*
AAAAAAHHHH I SAW I SAW I SAW THE SUNRISE!! I'VE CROSSED ALL THE NIGHT AWAKEN SO I SAAAWW THE SUN COMING FIRST AND IT WAS ALL TOOOOO BEAUTIFULL AND THE MOON WAS STILL THEEERE, THE SUN WAS MAKING ME BLIND BUT I COULD STILL SEE THA MOOONN!!!
AND THE HAAAZE!! I SAW THE HAZE COMING AND GOING OUT AND TURNING TO SOMETHING SO BEUTIFULL LOOKING *--------------------*
GOOOOOOOOOOOOOOOOOD MORNING!!!!!!!!!!!
AND THE HAAAZE!! I SAW THE HAZE COMING AND GOING OUT AND TURNING TO SOMETHING SO BEUTIFULL LOOKING *--------------------*
GOOOOOOOOOOOOOOOOOD MORNING!!!!!!!!!!!
domingo, 5 de abril de 2009
Lá e de volta outra vez
Humanos, chegou o frio! Aqui chegou :D
Em meio a tanta tristeza e desesperança, ainda consigo explodir de alegria por notar que o inverno está chegando!
Primeiro quero pedir desculpas pela falta de postagens, tanto aqui quanto na série. E também quero expressar minha imensa gratidão àqueles que têm me apoiado na realização deste sonho.
Ah, cara! O frio tá aí! Espero sinceramente que não faça mais calor!
Eu quero mais é frio, quero mais é vinho, quero mais é sentir aquele gelo nas bochechas! Quero mais é passear de madrugada, beber vinho com os punks perdidos por aí, quero mais é rock'n'roll, quero mais é aproveitar, porque esse inverno vai ser meu!
Quero mais é mudar, quero calar e falar.
Quero mais é que ele se torne real :)
Eu quero você :)
Em meio a tanta tristeza e desesperança, ainda consigo explodir de alegria por notar que o inverno está chegando!
Primeiro quero pedir desculpas pela falta de postagens, tanto aqui quanto na série. E também quero expressar minha imensa gratidão àqueles que têm me apoiado na realização deste sonho.
Ah, cara! O frio tá aí! Espero sinceramente que não faça mais calor!
Eu quero mais é frio, quero mais é vinho, quero mais é sentir aquele gelo nas bochechas! Quero mais é passear de madrugada, beber vinho com os punks perdidos por aí, quero mais é rock'n'roll, quero mais é aproveitar, porque esse inverno vai ser meu!
Quero mais é mudar, quero calar e falar.
Quero mais é que ele se torne real :)
Eu quero você :)
sexta-feira, 6 de março de 2009
O começo de um começo :)
No ar!!!
http://ultimanoitenaterra.blogspot.com/
pode clicar que é tranquilo!
Enfim a tão esperada (por mim) estréia da série :D
Não espero agradar a todos, mas que eu consiga passar minha mensagem, e que vocês a entendam :)
Muito Obrigada (imensamente!) pelo apoio de todos.
http://ultimanoitenaterra.blogspot.com/
pode clicar que é tranquilo!
Enfim a tão esperada (por mim) estréia da série :D
Não espero agradar a todos, mas que eu consiga passar minha mensagem, e que vocês a entendam :)
Muito Obrigada (imensamente!) pelo apoio de todos.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Dramas e traumas de quinze anos
Enfim o tal do ano!! Em poucos meses, quinze anos. E, saibam, isso está me deixando totalmente maluca! Podem me chamar de fútil, mas isso é o que meu estado de espírito menos quer demonstrar. Tenho pensado, conversado, refletido às mil.
Porque na verdade, como todos os anos, a única coisa que eu queria era passar um tempinho com minha galera. Bem, isso implicaria fazer uma festa. E isso implicaria muitos convidados, muitas coisas e muitos gastos, principalmente.
Dentre os convidados, com certeza pessoas de quem eu não gosto, inclusive pessoas que não gostam de mim; convidados por hegemonia. Enfim, que também se divertiriam e beberiam à minha custa.
Sim, eu sou a coisa mais mesquinha que eu conheço. E penso assim porque também seria muito egoísmo viajar sozinha, sendo que o meu desejo continuaria sendo passar um tempo com a galera.
E mais: fugiria àquele padrão ridículo. Seria totalmente fora de forma: sem a decoração branca e rosa, sem o vestido bolo-de-noiva, sem a valsa, as 15 amigas, os pares e padrinhos... ou seja, quase uma rebeldia contra uma sociedade como essa.
Entendem o quanto isso é confuso pra mim? Se não, vão entender agora.
É que, diferente de outras meninas, não me interessa festa de 15 anos. Não entendo a moral dos 15 anos. Porque realmente nao tem nada a ver. Carteira de trabalho dá pra se emitir aos 14, de eleitor aos 16, de motorista aos 18... não faz sentido. Quinze é apenas um número.
E faz menos ainda quando as pessoas que investem nisso, não a tiveram. Não é justo que um par de pessoas se desdobrem para criar e viver algo que não tiveram, e que não é pra eles.
Tanta gente tem me dito pra aproveitar ao máximo a oportunidade. Bem, isso entrou na minha cabeça sim. É a hora em que eu posso pedir algo especial. Que no caso, pra mim significa ter amigos por perto!
É indecisivo, confuso, irritante, estressante ao máximo. E olha que só de pensar, imagina fazer...
Eu quero que seja algo como em todos os outros anos, simples, mas que faça todo o sentido pra mim.
É... eu não me entendo...
Ah, só pra arrematar o post escasso;
vocês humanos são MUITO estranhos hein =s
putaqueopariu...
Porque na verdade, como todos os anos, a única coisa que eu queria era passar um tempinho com minha galera. Bem, isso implicaria fazer uma festa. E isso implicaria muitos convidados, muitas coisas e muitos gastos, principalmente.
Dentre os convidados, com certeza pessoas de quem eu não gosto, inclusive pessoas que não gostam de mim; convidados por hegemonia. Enfim, que também se divertiriam e beberiam à minha custa.
Sim, eu sou a coisa mais mesquinha que eu conheço. E penso assim porque também seria muito egoísmo viajar sozinha, sendo que o meu desejo continuaria sendo passar um tempo com a galera.
E mais: fugiria àquele padrão ridículo. Seria totalmente fora de forma: sem a decoração branca e rosa, sem o vestido bolo-de-noiva, sem a valsa, as 15 amigas, os pares e padrinhos... ou seja, quase uma rebeldia contra uma sociedade como essa.
Entendem o quanto isso é confuso pra mim? Se não, vão entender agora.
É que, diferente de outras meninas, não me interessa festa de 15 anos. Não entendo a moral dos 15 anos. Porque realmente nao tem nada a ver. Carteira de trabalho dá pra se emitir aos 14, de eleitor aos 16, de motorista aos 18... não faz sentido. Quinze é apenas um número.
E faz menos ainda quando as pessoas que investem nisso, não a tiveram. Não é justo que um par de pessoas se desdobrem para criar e viver algo que não tiveram, e que não é pra eles.
Tanta gente tem me dito pra aproveitar ao máximo a oportunidade. Bem, isso entrou na minha cabeça sim. É a hora em que eu posso pedir algo especial. Que no caso, pra mim significa ter amigos por perto!
É indecisivo, confuso, irritante, estressante ao máximo. E olha que só de pensar, imagina fazer...
Eu quero que seja algo como em todos os outros anos, simples, mas que faça todo o sentido pra mim.
É... eu não me entendo...
Ah, só pra arrematar o post escasso;
vocês humanos são MUITO estranhos hein =s
putaqueopariu...
sábado, 10 de janeiro de 2009
Galera, só pra avisar, to viajando até semana que vem e não vou mais postar!!
série
Última Noite na Terra
a partir de março!!
Não percam :)~
Detonautas - O Retorno de Saturno
Visão do espaço - estamos tão distantes
Se acelero os passos sigo a voz do meu coração.
Ontem eu fui dormir mais tarde um pouco.
E tudo vai indo bem...
Venço o cansaço e medo do futuro.
No teu abraço é que encontro a cura do mal
Hoje eu acordei te quis por perto.
E você não sai do meu pensamento
E eu me questiono aqui se isso é normal.
Não precisa ser de novo assim tudo igual.
Entre o retorno de saturno e o seu,
Busco uma resposta que acalme o meu coração
Do amanhã não sei o que posso esperar.
E você não sai do meu pensamento
E eu me questiono aqui se isso é normal.
Você não sai do meu pensamento
E eu me pergunto aqui, se o natural
Vai dizer que o amor chegou no final.
Não precisa ser de novo assim tudo igual...
série
Última Noite na Terra
a partir de março!!
Não percam :)~
Detonautas - O Retorno de Saturno
Visão do espaço - estamos tão distantes
Se acelero os passos sigo a voz do meu coração.
Ontem eu fui dormir mais tarde um pouco.
E tudo vai indo bem...
Venço o cansaço e medo do futuro.
No teu abraço é que encontro a cura do mal
Hoje eu acordei te quis por perto.
E você não sai do meu pensamento
E eu me questiono aqui se isso é normal.
Não precisa ser de novo assim tudo igual.
Entre o retorno de saturno e o seu,
Busco uma resposta que acalme o meu coração
Do amanhã não sei o que posso esperar.
E você não sai do meu pensamento
E eu me questiono aqui se isso é normal.
Você não sai do meu pensamento
E eu me pergunto aqui, se o natural
Vai dizer que o amor chegou no final.
Não precisa ser de novo assim tudo igual...
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Here I go again on my own;
Vinte e nove de dezembro, quase duas e quinze da manhã e aquela vontade de não estar sozinha.
Distribuo palavras pelo papel em vez de distribuir minha confusão sentimental por aí. Sufoco meus erros entre o fogo do candeeiro no criado-mudo e a cortina negra que meus cabelos criam por meu ombro esquerdo.
Eu deveria fazer uma retrospectiva desse desagradável 2008, ou uma comparação do que eu sentia há um ano atrás?
Bem tanto e principlamente a segunda quanto a primeira opção vão concluir potencialmente um ponto positivo: a minha evolução. De tantas mudanças (e tão drásticas) que situo de lá pra cá, observo que meus pontos de vista e minhas idéias se alteraram visivelmente. E isso me orgulha - deixo de ser uma guriazinha de nada, pra encontrar as reais necessidades de estudo de mim mesma.
Não que eu tenha crescido o tanto que eu esperava, mas fico muito mais satisfeita comigo mesma por ter consciencia do que sou e do que pareço ser.
Há uma linha tão pouco tênue entre esses dois sentidos... é como se os momentos perfeitos passassem desapercebidos. Porque quem me conhece entende esse ponto marcante da minha personalidade: a meticulosidade. Buscar perfeição em todos os mínimos detalhes, e por conseqüencia às vezes esquecer de olhar pros objetivos em si.
É, há tanto o que mudar para os novos tempos que mal posso esperar pra libertar essa adolescente nova que pulsa em mim. Tão diferente... tão mais original...
Hora de investir nas amizades que valem a pena, abandonar as que me fazem mal, as que já venceram... aqui e ali, Gratidão, Decepção, Desesperança, Desamor, Pulsãção...
que que eu faço com vocês agora? o.Õ
De resto, eu juro que confessarei pessoalmente xD
Feliz 2009 pra quem quiser ter.
Que eu possa crescer mais, aprender mais, ter meu Rock'n'roll cada dia mais inabalável, e que eu possa me distranciar das más intenções dos falsos heróis que me cercam.
2000inove :D~
Distribuo palavras pelo papel em vez de distribuir minha confusão sentimental por aí. Sufoco meus erros entre o fogo do candeeiro no criado-mudo e a cortina negra que meus cabelos criam por meu ombro esquerdo.
Eu deveria fazer uma retrospectiva desse desagradável 2008, ou uma comparação do que eu sentia há um ano atrás?
Bem tanto e principlamente a segunda quanto a primeira opção vão concluir potencialmente um ponto positivo: a minha evolução. De tantas mudanças (e tão drásticas) que situo de lá pra cá, observo que meus pontos de vista e minhas idéias se alteraram visivelmente. E isso me orgulha - deixo de ser uma guriazinha de nada, pra encontrar as reais necessidades de estudo de mim mesma.
Não que eu tenha crescido o tanto que eu esperava, mas fico muito mais satisfeita comigo mesma por ter consciencia do que sou e do que pareço ser.
Há uma linha tão pouco tênue entre esses dois sentidos... é como se os momentos perfeitos passassem desapercebidos. Porque quem me conhece entende esse ponto marcante da minha personalidade: a meticulosidade. Buscar perfeição em todos os mínimos detalhes, e por conseqüencia às vezes esquecer de olhar pros objetivos em si.
É, há tanto o que mudar para os novos tempos que mal posso esperar pra libertar essa adolescente nova que pulsa em mim. Tão diferente... tão mais original...
Hora de investir nas amizades que valem a pena, abandonar as que me fazem mal, as que já venceram... aqui e ali, Gratidão, Decepção, Desesperança, Desamor, Pulsãção...
que que eu faço com vocês agora? o.Õ
De resto, eu juro que confessarei pessoalmente xD
Feliz 2009 pra quem quiser ter.
Que eu possa crescer mais, aprender mais, ter meu Rock'n'roll cada dia mais inabalável, e que eu possa me distranciar das más intenções dos falsos heróis que me cercam.
2000inove :D~
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Agora, hora, oras (exclamação) bolas!

Ora acordada, ora sonhando;
Horas sem ser quem é,
É tarde, oras, vamos andando!
Ora atentos, ora distraídos
Ora júpiter, ora saturno;
Ora repulsos, ora atraídos,
Ora tamancos, ora coturnos.
Ora chorando, ora sorrindo
Ora por horas
Horas no instinto!
Ora bolas!
Ora chutada, ora desejada,
Uma hora Maria, uma hora Joaquina!
Ora liberta, ora quadrada,
Tantas horas no clima.
Ora sim, ora não
Horas no céu, horas no chão;
Hora? bolas!
Ora colora, ora descora.
Ora inconstante, ora também!
Ora ódio, ora saudade.
Ora paixão, ora desdém;
Horas por inteiro, horas pela metade.
Ora ovo, ora galinha,
Horas de canção, horas de silêncio;
Ora bolo, ora farinha,
Ora cru, ora tempero.
Ora solitude, horas de solidão.
Ora inconstante, ora encostado;
Ora inverno, ora verão,
Longe de ti, mas muitas horas encantado!
Ora ódio, ora amor
Ora poema, ora prosa...
Ora te quero aqui pertinho, ora quero ligar o foda-se pra ti.
Luz sozinha acesa de madrugada no quarto...
Ora escrevia coisas bonitas do fundo do coração, e pensando nas horas que ainda poderíamos viver juntos. Horas agora escrevo tudo o que eu passei em te querer mais que tudo, de quebrar regras e vidros; pra chegar numa noite de domingo e destruir tudo aquilo que eu deixei crescer e cuidei tão bem...
Horas, horas e passaram tantas horas que nem te quero mais.
Mas não se preocupe, não guardo rancor. Amo sua amizade, gosto de confiar em você. Vou guardar sempre uma chama acesa em mim, basta você decidir se quer jogar água ou álcool.
Fim.
Sempre um fim, e sempre muito mais a dizer.
E aí, quando vou poder tirar o 'solteiro(a)' do orkut, amor? :D
AUIEHAIUHEUIAHEUIAHEIUAHEIUHAUIEHAIUHEIAH
Beeeijo, bem.
- Participação especial: Lê, Beatriz, Aline, Ge & Clarinha, Francilda, Mamah, Claudia, Almeida, Bordel, Guilherme, Raíssa, Ana Paula, Lis, Rafaella, Supercarolina.
- Edição & Adição: Letícia Sammet.
- Imagem: Letícia Mulinari.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Duas e pouco já
Planeta Terra, América, América do Sul, Mercosul, Brasil, Sul, Santa Catarina, Chapecó, Xaxim, Bairro da Alvorada, Quadra da transportadora, terceira salmão na parelela com a avenida não principal, Quarto virado pra rua, pra lua, na janela fechada.
Em frente ao computador, trajando uma jeans larga de velha, camiseta do Hangar, Adidas sujo de preguiça e de poeira, cabelo... ah, nem aí pro meu cabelo, tá lindo. Peso nos olhos, peso nas costas, peso na consciência. Cabeça girando, peito queimando.
Nem sei que música tá tocando. Prato sujo em cima da cpu, mais ou menos nove copos espalhados pela mesa do computador, lixo nos cantinhos do quarto, bituca de cigarro pra fora do lixeiro, garrafa de vinho terminada, aberta ali no chão; livro esparramado por todo o lugar, centenas de folhas de papel perdidas pelos cantos.
Um contra baixo empenando, teclado empoeirando, o violão nem sei que fim levou, o amplificador entao nem se fala.
As paredes... sei lá com as paredes... me gritam, se aguçam tentando me acordar (eu morta em cima do teclado do computador), ninguem sabe o que tinha no meu vinho. Acho que nem eu. Sem nem sentir as pernas, mas sentindo o sangue escorrer por nariz e boca, já parado ali, mas escorrido.
As pratinhas e outros docs ali, do lado, o tocador de musica preso ao corpo, a saudade também,e o relógio no celular apitando pela milésima vez na frente. Daqui pra diante, só quem me achar. Gritos no silêncio gélido da escuridão pessoal, e eu... nem sei.
"Move on, be brave
don't weep in my grave
becuse I'm no longer here
But please never let
Your memories of me disappear"
(Dream Theater - The spirit carries on)
Em frente ao computador, trajando uma jeans larga de velha, camiseta do Hangar, Adidas sujo de preguiça e de poeira, cabelo... ah, nem aí pro meu cabelo, tá lindo. Peso nos olhos, peso nas costas, peso na consciência. Cabeça girando, peito queimando.
Nem sei que música tá tocando. Prato sujo em cima da cpu, mais ou menos nove copos espalhados pela mesa do computador, lixo nos cantinhos do quarto, bituca de cigarro pra fora do lixeiro, garrafa de vinho terminada, aberta ali no chão; livro esparramado por todo o lugar, centenas de folhas de papel perdidas pelos cantos.
Um contra baixo empenando, teclado empoeirando, o violão nem sei que fim levou, o amplificador entao nem se fala.
As paredes... sei lá com as paredes... me gritam, se aguçam tentando me acordar (eu morta em cima do teclado do computador), ninguem sabe o que tinha no meu vinho. Acho que nem eu. Sem nem sentir as pernas, mas sentindo o sangue escorrer por nariz e boca, já parado ali, mas escorrido.
As pratinhas e outros docs ali, do lado, o tocador de musica preso ao corpo, a saudade também,e o relógio no celular apitando pela milésima vez na frente. Daqui pra diante, só quem me achar. Gritos no silêncio gélido da escuridão pessoal, e eu... nem sei.
"Move on, be brave
don't weep in my grave
becuse I'm no longer here
But please never let
Your memories of me disappear"
(Dream Theater - The spirit carries on)
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Cultura, entre mais outros contos...
Aaaah que tempos culturais essa colônia aqui tem vivido! ;x
Essa semana já aconteceram alguns exemplos (quero citar cada um deles em particular): o teatro da escola, a noite da música e a noite do balé.
O teatro da escola foi o espetáculo de abertura da semana! A apresentação reunia trechos de obras por autores de grande valia: João Cabral de Melo Neto, Manuel Antônio de Almeida, Castro Alves e até Chico Buarque. Assim se põe o estilo inigualável da Profª de teatro, Lecy. Os artistas se mostraram talentosos e agarradíssimos à sua arte.
Me 'rasgou o peito' um fato: a falta de sensibilidade dos porcos pseudo-elitistas que participam daquela instituição de ensino. Juro que quando me mudei para o La Salle Xanxerê, acreditei que seus pupilos fossem uma elite cultural, não em função do dinheiro, mas sim de sua educação. Ouvir palavras de tão baixo e miseável escalão (como 'putedo' aludindo-se à 'Geni e o zepelim'), não é digno de uma hierarquia tão gloriosa como a do La Salle Xanxerê.
Na mesma noite, segunda-feira, aconteceu uma mostra cultural, Expressões em Arte, no clube xaxinense.[ironia] Como sempre, tudo que envolve cultura aqui no nosso interior, faz lotar lugares [/ironia]. Mais um fato me deixou boquiaberta: os que estavam presentes no evento não faziam parte de nenhuma elite da cidade (ao menos a grande maioria). Eram aqueles que os pseudo-intelectuais chamariam de 'sem cultura'. Pois olha, meus amigos, eles foram os que melhor apreciaram a arte, e que mais abrilhantaram meu orgulho com o frágil desenvolvimento desta cidade.
Agora mesmo, acabo de voltar da 'noite do balé', espetáculo que aconteceu no ginásio da escola Gomes Carneiro. Confesso que não demorou para o tédio e o sono tomarem minha alegria. Fui só para ter a honra de ver algumas conhecidas e uma amiga apresentarem-se. Porém admirei muito o emopenho e a paixão de todas as bailarinas e o trabalho das professoras.
Admito que me emocionei muito com a segunda apresentação: umas pequeninas e seu 'Marcha, soldado, cabeça de papel...'. Parabéns, Profª Waldirene.
Minha querida Xaxim, que te odeiem pelo que tu representas, mas que te escavem e encontrem a ultima fonte de cultura neste paraíso fragmentado.
Agora, mudando totalmente de assunto...
A Jornada do Canudinho Cultural.
Lá ia a morena gordinha pelo seu caminho tranquilo ter umas pseudo-alegrias culturais, quando resolve parar para um milk shake numa sorveteria. Ela pega o copo plástico do shake, paga, e continua seu caminho. Ela puxava e puxava e nada de milk shake. PORCARIA DE CANUDINHO FURADO! Próxima parada: o mercado da esquina. Pela primeira vez, ela diz: 'Ei, posso pegar um canudinho? me deram um furado aqui...'. Saía a morena gordinha bem faceira do mercado.
Antes mesmo de atravessar a rua, mais uma surpresa pra gordinha: o canudinho do mercado era fino demais, portanto o shake não subia. Ok, próxima parada: lan house na esquina seguinte. Pela segunda vez a gordinha repete 'Ei, posso pegar um canudinho? esse aqui tá meio foda...'. E pela segunda vez ela saía faceirinha da lan house.
Puxa, puxa e nada de shake. Mais um canudinho furado pra jornada. A morena gordinha já quase alcançava seu destino, e o milk shake nem pela metade... E agora, prosseguir tampanho os furinhos com as mãos ou desistir? Nenhum, parar numa barraquinha e pedir um canudo. Terceira vez, 'Ei, posso pegar um canudinho? o meu furou, ta complicado...'. Mais uma resposta positiva e mais uma vez uma gordinha faceira.
Bem, chega a gordinha ao seu destino: ginásio de esportes Gomes Carneiro. Canudinho? É, agora tava resolvido. Milk Shake? Agora era só liquidozinho. É, dois de dezembro deve ser agora o dia do canudinho cultural...
fim.
Essa semana já aconteceram alguns exemplos (quero citar cada um deles em particular): o teatro da escola, a noite da música e a noite do balé.
O teatro da escola foi o espetáculo de abertura da semana! A apresentação reunia trechos de obras por autores de grande valia: João Cabral de Melo Neto, Manuel Antônio de Almeida, Castro Alves e até Chico Buarque. Assim se põe o estilo inigualável da Profª de teatro, Lecy. Os artistas se mostraram talentosos e agarradíssimos à sua arte.
Me 'rasgou o peito' um fato: a falta de sensibilidade dos porcos pseudo-elitistas que participam daquela instituição de ensino. Juro que quando me mudei para o La Salle Xanxerê, acreditei que seus pupilos fossem uma elite cultural, não em função do dinheiro, mas sim de sua educação. Ouvir palavras de tão baixo e miseável escalão (como 'putedo' aludindo-se à 'Geni e o zepelim'), não é digno de uma hierarquia tão gloriosa como a do La Salle Xanxerê.
Na mesma noite, segunda-feira, aconteceu uma mostra cultural, Expressões em Arte, no clube xaxinense.[ironia] Como sempre, tudo que envolve cultura aqui no nosso interior, faz lotar lugares [/ironia]. Mais um fato me deixou boquiaberta: os que estavam presentes no evento não faziam parte de nenhuma elite da cidade (ao menos a grande maioria). Eram aqueles que os pseudo-intelectuais chamariam de 'sem cultura'. Pois olha, meus amigos, eles foram os que melhor apreciaram a arte, e que mais abrilhantaram meu orgulho com o frágil desenvolvimento desta cidade.
Agora mesmo, acabo de voltar da 'noite do balé', espetáculo que aconteceu no ginásio da escola Gomes Carneiro. Confesso que não demorou para o tédio e o sono tomarem minha alegria. Fui só para ter a honra de ver algumas conhecidas e uma amiga apresentarem-se. Porém admirei muito o emopenho e a paixão de todas as bailarinas e o trabalho das professoras.
Admito que me emocionei muito com a segunda apresentação: umas pequeninas e seu 'Marcha, soldado, cabeça de papel...'. Parabéns, Profª Waldirene.
Minha querida Xaxim, que te odeiem pelo que tu representas, mas que te escavem e encontrem a ultima fonte de cultura neste paraíso fragmentado.
Agora, mudando totalmente de assunto...
A Jornada do Canudinho Cultural.
Lá ia a morena gordinha pelo seu caminho tranquilo ter umas pseudo-alegrias culturais, quando resolve parar para um milk shake numa sorveteria. Ela pega o copo plástico do shake, paga, e continua seu caminho. Ela puxava e puxava e nada de milk shake. PORCARIA DE CANUDINHO FURADO! Próxima parada: o mercado da esquina. Pela primeira vez, ela diz: 'Ei, posso pegar um canudinho? me deram um furado aqui...'. Saía a morena gordinha bem faceira do mercado.
Antes mesmo de atravessar a rua, mais uma surpresa pra gordinha: o canudinho do mercado era fino demais, portanto o shake não subia. Ok, próxima parada: lan house na esquina seguinte. Pela segunda vez a gordinha repete 'Ei, posso pegar um canudinho? esse aqui tá meio foda...'. E pela segunda vez ela saía faceirinha da lan house.
Puxa, puxa e nada de shake. Mais um canudinho furado pra jornada. A morena gordinha já quase alcançava seu destino, e o milk shake nem pela metade... E agora, prosseguir tampanho os furinhos com as mãos ou desistir? Nenhum, parar numa barraquinha e pedir um canudo. Terceira vez, 'Ei, posso pegar um canudinho? o meu furou, ta complicado...'. Mais uma resposta positiva e mais uma vez uma gordinha faceira.
Bem, chega a gordinha ao seu destino: ginásio de esportes Gomes Carneiro. Canudinho? É, agora tava resolvido. Milk Shake? Agora era só liquidozinho. É, dois de dezembro deve ser agora o dia do canudinho cultural...
fim.
sábado, 8 de novembro de 2008
Quem você realmente é?
É engraçado como meeu humor 'vareia' no mesmo dia. Quem me vê com uns amigos de manhã não diz que é a mesma pessoa à tarde...
No meu quarto, no meu silêncio, deito na cama e choro, soluço feito um bebê faminto e amedrontado, esperando por 'uma mãe' que nunca vem. Eu deixo a janela aberta, assim o vento entra e me abraça, seca minhas lágrimas.
De repente chega a hora de levantar e viver de novo, e a imagem que reflete no espelho é diferente do que sou, diferente do que penso ser e diferente do que pareço para os outros. Eu não gosto de mim, minha aparência nunca me ajuda; se olho para o espelho, logo já estou aos prantos, e cada dia minha cova se torna mais funda.
É difícil viver num lugar onde tudo é mais importante do que a essência das pessoas. Quero tanto ir embora! Irlanda, Alemanha, Holanda; tudo promete que os sonhos podem ser eternos, e que um coração não precisa ser quebrado em vão. Quero tanto que tudo mude, que o tempo passe, que eles voltem... ou que tudo acabe logo.
Para finalizar, uma música.
Bom final de semana à todos.
abraço (eu preciso de uns!)
http://br.youtube.com/watch?v=6zNdtdq8FDg
Dream Theater - Through Her Eyes
No meu quarto, no meu silêncio, deito na cama e choro, soluço feito um bebê faminto e amedrontado, esperando por 'uma mãe' que nunca vem. Eu deixo a janela aberta, assim o vento entra e me abraça, seca minhas lágrimas.
De repente chega a hora de levantar e viver de novo, e a imagem que reflete no espelho é diferente do que sou, diferente do que penso ser e diferente do que pareço para os outros. Eu não gosto de mim, minha aparência nunca me ajuda; se olho para o espelho, logo já estou aos prantos, e cada dia minha cova se torna mais funda.
É difícil viver num lugar onde tudo é mais importante do que a essência das pessoas. Quero tanto ir embora! Irlanda, Alemanha, Holanda; tudo promete que os sonhos podem ser eternos, e que um coração não precisa ser quebrado em vão. Quero tanto que tudo mude, que o tempo passe, que eles voltem... ou que tudo acabe logo.
Para finalizar, uma música.
Bom final de semana à todos.
abraço (eu preciso de uns!)
http://br.youtube.com/watch?v=6zNdtdq8FDg
Dream Theater - Through Her Eyes
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Back to Blog
Não que estivesse fazendo taaaanta falta assim, mas eu sempre quero dizer coisas e sempre quero que pessoas leiam essas coisas e sempre quero comentários nessas coisas, e enfim... blog de volta.
Em razão do meu tempo ser curto, eu vou ter muita coisa pra desabafar. Final de ano é sempre na pilha e muita coisa acontece, por isso meus nervosismos serão descontados aqui, em vez de serem nos destilados ou cafés e outras rebeldias.
Falando em destilados... segunda-feira estive relendo vários históricos do messenger, que eu tinha escondido pelo computador pra não se perderem na formatação. Bem, identifiquei várias passagens... destiladas. É, exatamente, eu falando sem muita consciencia. Não vou dar datas, mas quero retirar muita coisa que eu disse às tardes/noites/madrugadas; e muitos 'projetos' de idiotices que acabei contando pra umas pessoas.
Nada daquelas revoltas sem causa e idiotices para serem feitas nas férias, acontecerão. Quem me conhece sabe que eu nunca fui daquele jeito e nem serei. Portanto, ignorem qualquer coisa dita sobre as férias de verão deste ano, por favor.
Sabe, é bom voltar com o blog. Vou poder dizer coisas e desdizer coisas do blog passado. Dessa vez, prometo que não vou ser tão melosa.
Filosofia da semana: Deus, o Amor, o Inter e o Acre definitivamente não existem pra mim.
Principais máximas do dia: (caaara, hoje só pode ser o dia da ostra! nunca ouvi tanta pérola junta numa só manhã...)
"Não gente, por que nessa frase João é o objeto..." (N.)
"Guerreiros lutam pela guerra!" (N.)
"SãUm QuAsIiI cInCuU Da TaaRdEeh iI mAaMaAAinN NaUun VolTOu aAaIndaAhH" (N.)
"Lembram que isto acontece no desenho da Pantera Cor De Rosa?" (E.)
Agora, quero apresentar meus parceiros (as); os links estarão permanentemente na coluna ao lado, mas como post iniciático (uiasdhiuashdiuahsdiahisdhuiah), apresento-os:
Gio \o/ http://giovannigranada.blogspot.com/
Duda \o/ http://digressaopassional.blogspot.com/
Juninho \o/ http://madeinrios.blogspot.com/
Maia \o/ http://maiamoon.blogspot.com/
Um bom final de semana à todos.
Happy Halloween para nós!!
PS. Obrigado especial às ameaças de um cabeludo ali. :)
Em razão do meu tempo ser curto, eu vou ter muita coisa pra desabafar. Final de ano é sempre na pilha e muita coisa acontece, por isso meus nervosismos serão descontados aqui, em vez de serem nos destilados ou cafés e outras rebeldias.
Falando em destilados... segunda-feira estive relendo vários históricos do messenger, que eu tinha escondido pelo computador pra não se perderem na formatação. Bem, identifiquei várias passagens... destiladas. É, exatamente, eu falando sem muita consciencia. Não vou dar datas, mas quero retirar muita coisa que eu disse às tardes/noites/madrugadas; e muitos 'projetos' de idiotices que acabei contando pra umas pessoas.
Nada daquelas revoltas sem causa e idiotices para serem feitas nas férias, acontecerão. Quem me conhece sabe que eu nunca fui daquele jeito e nem serei. Portanto, ignorem qualquer coisa dita sobre as férias de verão deste ano, por favor.
Sabe, é bom voltar com o blog. Vou poder dizer coisas e desdizer coisas do blog passado. Dessa vez, prometo que não vou ser tão melosa.
Filosofia da semana: Deus, o Amor, o Inter e o Acre definitivamente não existem pra mim.
Principais máximas do dia: (caaara, hoje só pode ser o dia da ostra! nunca ouvi tanta pérola junta numa só manhã...)
"Não gente, por que nessa frase João é o objeto..." (N.)
"Guerreiros lutam pela guerra!" (N.)
"SãUm QuAsIiI cInCuU Da TaaRdEeh iI mAaMaAAinN NaUun VolTOu aAaIndaAhH" (N.)
"Lembram que isto acontece no desenho da Pantera Cor De Rosa?" (E.)
Agora, quero apresentar meus parceiros (as); os links estarão permanentemente na coluna ao lado, mas como post iniciático (uiasdhiuashdiuahsdiahisdhuiah), apresento-os:
Gio \o/ http://giovannigranada.blogspot.com/
Duda \o/ http://digressaopassional.blogspot.com/
Juninho \o/ http://madeinrios.blogspot.com/
Maia \o/ http://maiamoon.blogspot.com/
Um bom final de semana à todos.
Happy Halloween para nós!!
PS. Obrigado especial às ameaças de um cabeludo ali. :)
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